Quero Ser Blogueira: Por Onde Começar?

27 Nov 2018 05:22
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<h1>Luiza Brunet Perde A&ccedil;&atilde;o Contra Lirio Parisotto</h1>

<p>S&atilde;o Paulo - Fazer um agrad&aacute;vel marketing pessoal agora &eacute; uma tarefa dificultoso por si s&oacute;. Todavia o desafio se torna maior ainda se voc&ecirc; tem p&acirc;nico de parecer vaidoso. A quest&atilde;o &eacute;, antes de tudo, cultural. De acordo com a coach Marie-Josette Brauer, do Innovation Coaching Center, o brasileiro tende a observar com maus olhos quem valoriza as tuas pr&oacute;prias compet&ecirc;ncias.</p>

<p>“Para escapulir do r&oacute;tulo de ‘convencido’, &eacute; comum que o profissional assuma uma presen&ccedil;a excessivamente humilde, como se o sucesso fosse alguma coisa feio”, diz. Por&eacute;m, &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel fazer marketing pessoal sem elaborar uma aura de prepot&ecirc;ncia. “Muita gente pensa que marketing pessoal significa bater no pr&oacute;prio peito e expor ‘vejam como eu sou bom’. Na verdade, n&atilde;o se trata de apresentar &agrave;s pessoas que voc&ecirc; &eacute; competente, no entanto sobressair isto a elas”, diz ele.</p>
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<li>Anunciar Conte&uacute;dos em M&iacute;dias sociais</li>

<li>3 Peterson on 6 de setembro de 2015 at 19:31 Responder</li>

<li>Sendo assim Eu Gosto</li>

<li>Sites10 Says</li>

<li>Por interm&eacute;dio do PROGRAMA DE AFILIADOS</li>

<li>Estudar gerar Grupo no Facebook</li>

<li>► Outubro (11)</li>

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<p>Profissionais vistos como arrogantes s&atilde;o, justamente, os menos habilidosos no momento em que o foco &eacute; desenvolver uma imagem favor&aacute;vel no mercado, admite Marie-Josette. No fim de contas, desenvolver uma bacana reputa&ccedil;&atilde;o profissional depende de autoconhecimento e autenticidade - duas caracter&iacute;sticas que faltam a quem se enxerga (e se vende) como “bom em tudo”. Desfeitos os mitos sobre isto, &eacute; preciso meditar em formas de fazer a tua reputa&ccedil;&atilde;o de modo equilibrada e seleto.</p>

<p>O primeiro passo &eacute; fazer um exerc&iacute;cio de reflex&atilde;o pra distinguir os seus pontos fortes e fracos. “S&oacute; ap&oacute;s uma autoan&aacute;lise profunda &eacute; que voc&ecirc; saber&aacute; o que podes e o que n&atilde;o pode vender pros outros”, explica Marie-Josette. Logo depois, &eacute; necess&aacute;rio planejar formas concretas de anunciar as suas compet&ecirc;ncias. Para Arruda, a melhor maneira de fazer isto &eacute; botar o seu talento a servi&ccedil;o de algumas pessoas, isto &eacute;, ajud&aacute;-las a solucionar problemas.</p>

<p>“Mais do que conversar de si mesmo, o s&eacute;rio &eacute; conceder evid&ecirc;ncias do que voc&ecirc; &eacute; capaz de fazer”, reitera. Outro aparelho robusto &eacute; o que o especialista norte-americano chama de “lideran&ccedil;a de ideias” - a intelig&ecirc;ncia de informar, resolver e influenciar outros profissionais da sua rede de contatos. Pra em t&atilde;o alto grau, voc&ecirc; podes publicar postagens de blog, gravar v&iacute;deos ou at&eacute; fazer coment&aacute;rios sobre isso not&iacute;cias de modo a aprensentar teu conhecimento sobre isto um institu&iacute;do t&oacute;pico, diz Arruda.</p>

<p>Ainda assim sendo, &eacute; necess&aacute;rio tomar cuidado pra n&atilde;o exagerar pela dose. Segundo Marie-Josette, diversos profissionais se excedem pela hora de mostrar seus conhecimentos e talentos - principalmente na internet. “Muita gente usa as m&iacute;dias sociais para engrandecer tuas pr&oacute;prias qualidades e anunciar ‘propagandas enganosas’ sobre isso si mesmas. Isso n&atilde;o &eacute; marketing pessoal, pelo motivo de n&atilde;o &eacute; aut&ecirc;ntico e nem sustent&aacute;vel”, diz ela.</p>

<p>Quando o cen&aacute;rio &eacute; internet, ali&aacute;s, todo cuidado &eacute; insuficiente. Segundo Arruda, a reputa&ccedil;&atilde;o online de um profissional est&aacute; se convertendo mais respeit&aacute;vel do que a tua reputa&ccedil;&atilde;o offline. “As pessoas est&atilde;o pesquisando o teu nome no Google antes mesmo de notar voc&ecirc; pessoalmente. Desta maneira, &eacute; necess&aacute;rio desenvolver uma imagem digital que possa ser positiva, no entanto tamb&eacute;m conexo com a realidade”, diz o especialista.</p>

<p>S&atilde;o Paulo - Uma busca global do LinkedIn revelou outras peculiaridades e contradi&ccedil;&otilde;es do jeito dos brasileiros no lugar de servi&ccedil;o. Para apresentar somente um paradoxo: o Brasil &eacute; o 2&ordm; na&ccedil;&atilde;o que mais mistura contatos profissionais e pessoais pela internet. N&atilde;o obstante, por todo o planeta, somos os mais preocupados com a avalia&ccedil;&atilde;o de nossos colegas de servi&ccedil;o sobre o que postamos em redes sociais. O estudo, intitulado &quot;New Norms @ Work&quot;, ouviu quinze 1000 usu&aacute;rios do LinkedIn em 19 pa&iacute;ses, com o intuito de afirmar como as imensas nacionalidades constroem tua reputa&ccedil;&atilde;o profissional a partir de h&aacute;bitos online e offline. Clique nas fotos para acompanhar sete fatos sobre isso os brasileiros revelados pelo levantamento.</p>

<p>2. Colegas ou amigos? Se voc&ecirc; costuma introduzir colegas de servi&ccedil;o em redes sociais como Facebook ou Instagram, n&atilde;o est&aacute; sozinho. No Brasil, 40,9% dos profissionais n&atilde;o veem problemas pela pr&aacute;tica. Trocar regularmente a imagem de perfil &eacute; uma apreens&atilde;o para 27,1% dos brasileiros que est&atilde;o no LinkedIn. A propor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; t&atilde;o alta se comparada a outros pa&iacute;ses, como a China, em que 38,1% das pessoas acreditam pela gravidade da imagem pra formar uma interessante impress&atilde;o inicial.</p>

<p>O pa&iacute;s mais preocupado com o foco &eacute; a Indon&eacute;sia (51,1%). L&aacute;, 2 em cada cinco profissionais visualizam a foto de perfil das novas pessoas antes de uma reuni&atilde;o. 4. N&atilde;o tem perfil? De acordo com a pesquisa, 31,3% dos brasileiros disseram que n&atilde;o contratariam algu&eacute;m que n&atilde;o tivesse perfil no LinkedIn. A m&eacute;dia dos excessivo pa&iacute;ses &eacute; de 11,9%. N&atilde;o &eacute; para menos: com vinte milh&otilde;es de usu&aacute;rios, o Brasil &eacute; o 3&ordm; pa&iacute;s mais presente no LinkedIn, atr&aacute;s s&oacute; dos EUA e da &Iacute;ndia. No Brasil, mais da metade dos profissionais gasta alguns minutos pela frente do guarda-roupa antes de sair para o servi&ccedil;o. De acordo com o estudo, 54,7% dos brasileiros se vestem mais formalmente no momento em que sabem que ter&atilde;o reuni&otilde;es relevantes no decorrer do dia.</p>

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